
Um projeto Grandioso de Música Celta do Magnifico Bruno Maia Da Banda Tuatha de Danann do Estado de Minas Gerais. Impedível!
Um dia, quando o mundo ainda era jovem, bem antes de se formar
o solo de Midgard, uma bruxa chegou á Asgard. Seu nome era
Gullveig, e ela tinha um ardente desejo por ouro. Não falava sobre
nada que não fosse o quanto ela amava ouro, até que Odin e todos
do Aesir casaram-se dela. Ao fim de uma refeição, decidiram que o
mundo ficaria melhor sem a ambiciosa Gullveig.
Então ela foi torturada e queimada pelo Aesir, mas não conseguiram
matá-la. Foi queimada 3 vezes, e 3 vezes renasceu esaiu do fogo.
A ela foi dado um outro nome, chamaram-na Heid, a cintilante.
Ela era a bruxa suprema, podia ver passado e futuro, encantar varinhas
de madeira, lançar feitiços, era uma mestra da magia.
Quando o Vanir soube como Gullveig foi recebida pelo Aesir, ficaram
furiosos com tamanha hospitalidade. Juraram vingança e se prepararam
para guerra. Mas Odin podia ver e ouvir tudo o que estava abaixo, assim
viu o Vanir afiando suas lanças. Então o Aesircomeçou a polir seus escudos.
Logo ambos se encontraram no campo de batalha. E então começou a
primeira guerra da história quando Odin arremessou sua lança ao Vanir.
A guerra continuou por muitos anos, e ficou claro que nenhum lado estaria
apto aderrotar o outro.
Logo as duas partes decidiram que uma trégua seria melhor que o caos em
que se encontravam. Os deuses se reuniram e discutiram sobre de quem seria
a culpa pela guerra. O Vanir disse que era culpa do Aesir, e vice-versa.
O acordo fina seria que o A esir e o Vanir viveram lado a lado, em paz, e como
exemplo disso eles intercambiariam líderes.
O Vanir mandou um de seus grandes lideres, Njord, para viver no Aesir.
Frey e Freya, seus filhos, o acompanharam. Também mandaram o mais
sábio do Vanir, Kvasir, para viver em Asgard, Njord e Frey assistiriam os
sacrificios, enquanto Freya ensinaria atodo o Aesir tu o que ela sabia
sobre bruxaria e magia.
Igualmente, o Aesir enviou Honir, e o msábio Mimir para viver em Vanaheim.
Honir era bam criado, apontado como excelente líder, tanto na paz como
na guerra. Eles foram aceitos e bem recebidos pelo Vanir. Honir foi apontado
como líder, e Mimir seria seu braço direito.
Rapidamente o Vanir acharam que não haviam feito uma boa opção,
decapitaram Mimir, e enviaram sua cabeça de volta para Odin.
Esta pegou a cabeça, poliu - com ervas de madeira que esta nunca
apodreceria. Lançou encantos e fez com que a sabedoria de Mimir
se tornasse a sua Sabedoria.
* Texto retirado da extinta página Templo de Freya
Os Filhos de Húrin, ou Narn i hîn Húrin, é um dos livros da obra do escritor J.R.R.Tolkien. Lançado em 2007, é o mais recente publicado pelo filho do autor, Christopher Tolkien, executor do espólio literário de J.R.R.Tolkien, que fez um trabalho de compilação e edição das notas de seu pai.Os Filhos de Húrin não é a primeira história a ser publicada após a morte do autor em 1973. Já antes Christopher Tolkien foi o responsável pela publicação de O Silmarillion, uma coletânea dos principais mitos que constituíam os alicerces da ficção Tolkieniana, e para muitos dos fãs foi a sua melhor criação. Surgiram também os doze volumes de The History of Middle Earth, embora não tão vocacionados para o público em geral, e também Contos Inacabados, que é uma espécie de análise profunda de algumas histórias de O Silmarillion.Mas Os Filhos de Húrin será o primeiro livro, dos recentemente editados, a ter a capacidade de se assumir ao nível de O Senhor dos Anéis. E é absolutamente trágico. Os finais de Tolkien não de raro são infelizes. As suas histórias contêm um sabor doce e amargo, e a vitória anda sempre a par com um profundo sentimento de perda e mágoa. Isto será ainda mais verdade em Os Filhos de Húrin.Em Portugal, o livro contem 25 ilustrações especialmente criadas para a obra da autoria de Alan Lee (o mesmo ilustrador de outras obras deTolkien, tendo sido convidado pelo realizador Peter Jackson para ajudar a desenhar os cenários durante as filmagens do Senhor dos Anéis).Sendo esta uma publicação póstuma, a história contida neste livro foi iniciada pelo seu autor há várias décadas, mais precisamente em 1914. Avaliando os excertos contidos em O Silmarillion e Contos Inacabados, esta é talvez uma das criações mais obscuras de Tolkien. É uma história sobre maldição e a impossibilidade de escapar a uma condenação ditada por Morgoth, o Sinistro Inimigo do Mundo. A história sobre a incapacidade de um homem de assumir as rédeas do seu próprio destino e desafiar as forças que aprisionam e limitam a sua vida.
Na mitologia nórdica, Hel, Hela ou Hell é filha de Loki e da gigante Angrboda, irmã mais nova de Fenrir e a serpente de Midgard. A serpente de Midgard foi banida por Odin para o mar que cerca a Terra, mas a fera cresceu tanto que podia se colocar à volta do mundo e tocar na própria cauda. Lobo Fenris foi preso com uma corrente feita pelos espíritos da montanha, chamada Gleipnir.
Hel foi banida por Odin para o mundo inferior que recebeu seu nome, Helheim, que fica nas profundezas de Niflheim. Helheim fica às margens do rio Nastronol, que equivale ao rio Aqueronte da mitologia grega. Lá, recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões, onde distribui aqueles que lhe são enviados, isto é, aqueles que morrem por velhice ou doença. Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preucupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos. Hela podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrivel em decomposição.
A personalidade de Hel difere das dos deuses do mundo inferior das demais mitologias: Ela não é boa e nem má, simplesmente justa.
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